Ford terá três lançamentos globais no Brasil em 2012

A Ford promete um 2012 cheio de surpresas para o consumidor brasileiro. A marca do oval azul divulgou hoje que terá três lançamentos globais no país no próximo ano.

Dois deles são bem fáceis de serem identificados. Trata-se do novo EcoSport, na nova geração da Ranger e … Qual será o terceiro elemento? Façam as suas apostas. Pode ser a nova geração do Focus, que foi lançada este ano na Europa e EUA.

Pode ser o novo Ka. Que a marca já anunciou como um veículo global. Enfim, dificilmente será algo diferente destas duas apostas. O que você acha?

A imagem acima apereceu na Índia e tem corrido a internet como sendo de partes do novo EcoSport. Acho bem provável.

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Ainda em tempo: Ford lança Edge renovado por R$ 122 mil

A Ford lançou esta semana no Brasil a versão 2011 do crossover Edge. O modelo, que foi reestilizado em fevereiro, chega agora ao país recheado de equipamentos e com preço inicial menor. São duas versões de acabamento com preços que partem de R$122.100 (SEL) e chegam a R$133.910 (Limited), sem os opcionais.

Desde a versão de entrada, o Edge 2011 sai bem equipado de fábrica. Já de série ele traz tração integral, rodas de 18 polegadas, seis airbags, ar-condicionado de duas zonas, bancos de couro preto, sensor de ré, banco com ajuste elétrico em 10 posições para o motorista e seis posições para o passageiro, sensor de ré, chave MyKey, sistema automático de rebatimento dos bancos e CD player com MP3, entrada auxiliar e seis alto-falantes.

Já a versão topo de linha, a Limited, acrescenta ao pacote de série a nova geração do sistema de entretenimento SYNC, abertura e fechamento automático do porta-malas, câmera de ré, sistema de som da Sony, rodas de 20 polegadas, sistema de monitoramento de pontos cegos e tráfego cruzado, sensor de chuva, bancos com memória e acabamento em couro em tom mais claro.

O único opcional é o teto solar panorâmico Vista Roof, que eleva o preço do modelo para R$ 142.610.

 

O conhecido motor V6 3.5 litros ganhou 20 cavalos e agora chega a 289 cv. Já o câmbio de seis marchas passou a contar com trocas sequenciais, que são feitas por meio de botões na manopla do câmbio.

 Segundo dados de fábrica, consumo é de 8,6 km/l na cidade e 12,7 km/l na estrada, com média de 10,1km/l.

Honda vai lançar versão mais barata do City por causa do New Fiesta

A chegada do New Fiesta sedã ao Brasil está incomodando muita gente. A Kia foi a primeira a se mover baixando o preço do Cerato para R$ 49.900. Agora a Honda pretende lançar uma versão mais barata do seu bom, mas estremamente caro Honda City.

A nova versão se chamará DX e ficará abaixo da LX, até então mais em conta. O problema é que a versão LX que é oferecida por caros R$ 57.420 já praticamente sem equipamentos de série. Só falta a Honda lançar um carro na faixa de R$ 50 mil que não terá de série nem ar-condicionado. Ai vai ser o desrespeito total com os brasileiros.

Quer saber mais sobre o New Fiesta: confira o teste completo do Blogcarro com o carro

Teste Blogcarro: Uma noite a bordo do novo Fiesta sedã

Já passava das 19h quando uma chave de carro caiu no meu colo. Ela não tinha nada demais, não era do estilo canivete, nem futurista, na parte de baixo de um lado trazia três botões, um para destravar a porta, outro para travar e o terceiro para o porta-malas. Do outro lado o símbolo da Ford.

Era o passe de entrada para o novo Fiesta sedã, que por enquanto a Ford chama de “New Fiesta”, por causa do marketing.

A hora seguinte ao da entrega da chave, que foi gasta para finalizar umas coisas antes de pode ir buscar o carro no estacionamento, foi angustiante.

Entre passos rápidos no caminho para o estacionamento lembrei um pouco da história do Fiesta. A última geração, lançada aqui em 2003 foi decisiva para a continuidade da Ford no país. Eram tempos difíceis, a marca não tinha um carro de volume e precisava de um campeão de vendas.

 Surgiu o Fiesta, totalmente novo, primeiro carro fabricado na então recém-lançada fábrica de Camaçari, na Bahia. O carro tinha um desenho interessante, um interior pobre e carregado no plástico e um mecânica elogiada. Foi sucesso. Agora vende porque é barato.

Cheguei esbaforido ao novo Fiesta. Pelas fotos tinha gostado da dianteira, mas havia ficado em dúvida sobre a sua traseira. Como disse, a impressão tinha sido pelas fotos. Ao vivo a história é outra, ficou sedutor.

O carro cresceu não só em tamanho, mas também na aparência. A traseira é alta, as lanternas ficam no topo do porta-malas em um lugar de destaque. São esticadas, como tudo no carro, grandes e bonitas.

De lado, as linhas do estilo Kinetic, da Ford, provocam um sentimento de movimento em quem olha. Não é conversa de vendedor.

A linha de cintura das portas é alta enquanto o teto tem caimento acentuado, lembra um cupê, já disseram alguns jornalistas. Eu acho que é exageiro, mas realmente ficou interessante.

A dianteira é a parte que mais impressiona. Parece um Focus bem mais estiloso e moderno. As peças tem encaixe perfeito, não há espaço, e os elementos se completam.

O farol dianteiro é imenso. Deixa os da Peugeot no chinelo, mas também são bonitos e casam com a proposta do carro.

Hora de entrar. Ao abrir a porta nada daquele estalo oco do Fiesta nacional. O mexicano tem classe, nasceu para servir o primeiro mundo (leia-se Estados Unidos). O banco deste modelo estava forrado em couro preto com as bordas brancas, bem interessante.

O revestimento da porta também agradou. Não chega a ser um primor por conta do plástico que é rigido, mas o acabamento está acima da média.

O banco é bem envolvente, confotável, traz regulagens de altura e distância. Assim como o volante elétrico, que não é multifunção e é revestido com um plástico de qualidade duvidável. Não combina com o resto do carro. Que mancada em Ford!

O console cental traz no alto uma tela que pode mostrar as funções do rádio, embaixo ficam os comandos do aparelho em um formato único.  No meio há ainda uma bola seletora que pode ser usada na troca de estações e em outras funções.

Visualmente parece meio espacial. É de propósito, para dar um ar moderno no carro. Na prática, tem as funções de um rádio normal. Não traz, por exemplo, a opção bluetooth.

O mesmo acontece com o painel de instrumentos. É todo estiloso, mas traz o básico como mostrador de velocidade, de rpm e do tanque de combustível.

Por causa do estilo, a tela do computador de bordo ficou minúscula, assim como o aviso do freio de mão. Não chega a ser uma crítica, mas dá para perceber que a proposta do carro é mesmo o estilo.

Bom, a noite estava começando e era hora de sair com o carro. O novo motor Sigma 1.6l, igual ao Focus e seus 115cv (álcool e 110cv gasolina) caiu como uma luva neste sedã.

Respostas rápidas na saída do semáforo, elasticidade para fazer uma ultrapassagem, pronto nas retomadas, silencioso,… enfim, muito bom.

Só não deu para saber se era econômico já que meu pé teimava em acelerar até o fundo do cursor. O computador de bordo também não ajudou já que a contagem é feita em litros por 10o km. Não custava mudar.

O câmbio não tem nada de mais. Se mostrou um pouco lento nas trocas de marchas, talvez por causa do seu cursor que é maior do que o do Fiesta brasileiro. Não chega a ser um problema.

O câmbio é bom, mas não se deve esperar esportividade com ele. A Ford privilegiou o conforto e, provavelmente, o consumo.

 Na rua, a suspensão se manteve acertada para o nosso piso. Nada de pular demais nos buracos e nem ser molenga. Uma questão porém chamou a atenção.

Nas mudanças repentinas de direção a traseira se mostra muito boba, perdida, prestes a escapar. Talvez seja a distribuição de peso do carro, muito concentrada na dianteira. Em todo o caso vale o aviso.

O New Fiesta ou somente Fiesta sedã começará a ser vendido no início de setembro por R$ 49.900. Por este preço o carro chega quase completo.  

Entre os equipamentos de série estão ar-condicionado, direção e trio elétricos, rodas de liga aro 15, computador de bordo, alarme e CD player com entrada auxiliar.

Por mais R$ 1.250 reais, o New Fiesta adiciona freios ABS (R$ 51.150). Por fim, bancos de couro e sete airbags – dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um para os joelhos do motorista – podem ser adicionados e o preço salta para modestos R$ 54.900.

Um valor justo, já que seu futuro principal concorrente, o Honda City custaR$ 57.420 e não vem nem com ABS.

CONCLUSÃO

A conclusão é que a Ford deu um salto de qualidade com este novo Fiesta e ainda assim conseguiu manter parte do que fez o antigo modelo ser bem aceito, o preço justo.

Problema para a concorrência e também para o seu irmão maior, o Focus, que agora tem um inimigo de peso dentro de casa.

Nova Ford Explorer deverá vir para o Brasil

A Ford lançou há alguns dias atrás a nova geração do seu SUV Explorer. O carro que já foi um sucesso no passado tenta agora reviver a fama de tempos atrás.  Parte desta estratégia é tornar o carro global, vendido em dezenas de países. E o Brasil poderá ser uma opção para o modelo, que hoje conta com o Edge, que tem vendas baixas.

A Ford não se pronuncia sobre o assunto, mas é um caminho natural para o carro com tantas pretensões. Ainda mais agora que o mercado brasileiro está tão aquecido. Não seria nada mau, já que o carro ficou bastante interessante. Fica aqui a nossa torcida.

Para saborear um pouco mais dele colocamos um vídeo abaixo que mostra o SUV em ação.

Lembra do Mondeo? Ele acaba de ser restilizado

Este post vai para os fãs do Ford Mondeo, um belo sedã que foi vendido aqui por um tempo e depois deu lugar ao Fusion. Ele acaba de ser restilizado na Europa.

Lá ele já tinha uma cara bem diferente da usada por aqui. Muito mais moderna, e na nossa opinião, mais bonita. Esta atual geração do Mondeo foi lançada na Europa em 2007 e nunca chegou ao Brasil.

É a quarta geração do modelo que agora recebeu sua reestilização de meia idade. Não foram mudanças drásticas. Na dianteira foi mudado a grade, que ganhou nova tela de proteção e uma barra cromada, conforme a versão.

No para-choque há uma tomada de ar maior e de abertura variável. Conforme a temperatura do motor, ela se abre mais ou menos, melhorando a penetração aerodinâmica.

O farol de neblina do Mondeo foi redesenhado e agora traz luzes diurnas com LEDs. Nas laterais os repetidores de direção sobem dos para-lamas para os retrovisores. 

Já a perua têm novidades somente em detalhes nas extremidades inferiores do para-choque posterior. A gama de equipamentos foi melhorada.

 

Chegaram alerta para mudança involuntária de faixa de direção, farol alto com acionamento automático, iluminação interna por LEDs e sistema de regeneração dos freios, que fornece energia para os componentes elétricos do modelo.

Na parte mecânica, as novidades incluem um motor a gasolina EcoBoost de 240 cv (cavalos) de potência, bem como um turbodiesel TDCi de 200 cv.

O novo Mondeo também passa a oferecer a caixa de câmbio automatizada PowerShift, dotada de duas embreagens. Nada mal, não acham?

Mais um recall. Agora do Ford Ka

E a vergonha continua. A Ford do Brasil anuciou ontem a realização de uma recall envolvendo a nova geração do compacto Ka.

Cerca de 166.460 unidades produzidas entre 2008 e 31 de janeiro de 2010 (as deste ano com chassi até o número AB203702) estão sendo convocadas a retornarem de volta às revendas oficiais da marca a partir da próxima segunda-feira (24) para inspeção e modificação na fixação do chicote elétrico.

É que, segundo anunciado, o desgaste do chicote pode prejudicar o isolamento dos fios e causar pane em diversos equipamentos (faróis, setas, limpadores de para-brisas).

Assim, em casos mais graves, pode haver curto-circuito e consequente incêndio. Para maiores informações está sendo disponibilizado o telefone 0800 703 3673.

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