Honda CG muda radicalmente. E daí?

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É absurdo o que acontece com o mercado de motos no Brasil. Enquanto em outros países o mercado é diversificado por centenas de modelos. Por aqui, há décadas, 8 de cada 10 motos vendidas é da família Honda CG. Temos uma sociedade de CGs pela rua.

Nada contra as CG, que acaba de mudar radicalmente. Ganhou nova carenagem, ficou mais leve, com desenho totalmente novo (até interessante), ganhou painel digital em todas as versões e por ai vai. Os motores continuaram a ser 125cc à gasolina e 150 cc flex.

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A questão é: o que esta moto tem que as outras não tem? A primeira geração foi lançada em 1976. Agora, é lançada a oitava geração. Os fãs (e compradores) vão falar do preço, da confiabilidade da marca, da facilidade de manutenção, da simplicidade de uso e por ai vai.

Mas um ponto verdadeiro. As outras marcas não se importam com o país. A Yamaha, por exemplo, nem chega a trazer toda a sua linha de modelos para o Brasil. O mesmo ocorre com Kawazaki, Ducati, Dafra, etc.

A Honda não tem o melhor preço, não tem o maior motor, o visual mais chamativo, mas é certo que apresenta um ótimo conjunto. É a mesma lógica que segue o VW Gol. Não é o mais bonito, o mais espaçoso, o motor mais potente, melhor lista de equipamentos e preço… Porém entrega um bom conjunto mecânico, tem a média de equipamentos do mercado, preço, entre outros. 

 

Ou seja, tanto Honda CG quanto VW Gol, tem tamanho mercado por serem medianos. É, ao que tudo indica, vão continuar no topo das vendas. Por isso, é bem capaz que em algum momento da sua vida você terá um Gol ou uma CG na garagem.

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